sexta-feira, 22 de outubro de 2010

MÃOS QUE ESCREVE.

O ato de escrever é em tudo uma dualiade,tanto quanto a fala.Edifica ou destroi,denuncia e anuncia,informa,aliena,tranforma,condena,absorve e envolve ;a quam escreve,a quem ler.
Escrever é um prazer,ou um dever,ambos cheios de responsabilidades segundo cada qual que expoê muitas vezes sua prórpria alma desnuda á revelia de pensamentos ou conceitos alheios.
Escrever,é uma imperatividade daquilo que muitos chamam de inspiração do ser.Olho para minhas mãos que escrevem como um instrumento cortante da minha minha prória essência imbuida do meu livre arbítrio .
Escrever é um saber de que que suas palavras ficarão eternizadas mesmo quando um dia a voz se calar.
Escrever á por último um ato de amor.Lord Byron,um dos maiores romancista e escritor de todos os tempos,afirmou:NADA ESCREVÌ QUE PRESTASSE ATÉ ESTÁ APAIXONADO.
Escrever é um ato de paixão pela VIDA COMO QUE ELA É.

PERFUME DE MULHER(Scent of a woman)

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

VITORIOSA

Quero minha risada mais gostosa,e esse meu jeito de achar,que a vida pode ser maravolhosa...

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

VOVÓ CORUJA.

Sempre fiquei curiosa com essas desfinições tipo: pai ou mãe coruja,avô ou avó coruja... Mas o que haveria entre os paparicos aos filhos e netos com a coruja? Conta-se que o cumpdre gavião era muito amigo de sua cumadre coruja e estava falando pra ela que ia sair pra caçar pois estava faminto.A coruja ficou apavorada com tal notícia porque tava com uma ninhada de filhotes ,então ,encarecidamente rogou ao seu cumpadre gavião:_Cumpadre,quando sair pra caçar,por tudo quanto é mais sagrado,não coma os meus filhinhos. O gavião então,em nome da amizade perguntou:_mas cumadre coruja,e como vou saber quais são seus filhotes?_A coruja de imediato respondeu:_Ô meu cumpadre,é só prestar atenção e vai logo saber,porque são os filhotinhos mais bonitos de toda a floresta. ESTE É MARCUS VINÍCIUS O Bebê mais lindo do mundo.E tenho dito.

O LIVRO MAIS LINDO QUE JÁ LÌ.

Dialogo entre a raposa e o pequeno principe E foi então que apareceu a raposa: - Bom dia – disse a raposa. - Bom dia – respondeu educadamente o pequeno príncipe, que, olhando a sua volta, nada viu. - Eu estou aqui – disse a voz, debaixo da macieira... - Quem és tu? – perguntou o principezinho. – Tu és bem bonita... - Sou uma raposa – disse a raposa. - Vem brincar comigo – propôs ele. – Estou tão triste... - Eu não posso brincar contigo – disse a raposa. – Não me cativaram ainda. - Ah ! desculpa – disse o principezinho. Mas, após refletir, acrescentou: - Que quer dizer “cativar”? - Tu não és daqui – disse a raposa. – Que procuras? - Procuro os homens – disse o pequeno príncipe. – Que quer dizer “cativar”? - Os homens – disse a raposa – têm fuzis e caçam. É assustador! Criam galinhas também. É a única coisa que fazem de interessante. Tu procuras galinhas? - Não – disse o príncipe. – Eu procuro amigos. Que quer dizer “cativar”? - É algo quase sempre esquecido – disse a raposa. – Significa “criar laços”... - Criar laços? - Exatamente – disse a raposa. – Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo... - Começo a compreender – disse o pequeno príncipe. – Existe uma flora... eu creio que ela me cativou... - É possível – disse a raposa. – Vê-se tanta coisa na Terra... - Oh! Não foi na Terra – disse o principezinho. A raposa pareceu intrigada: - Num outro planeta? - Sim. - Há caçadores nesse planeta? - Não. - Que bom! E galinhas? - Também não. - Nada é perfeito – suspirou a raposa. Mas a raposa retornou o seu raciocínio. - Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens também. E isso me incomoda um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourados. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo... A raposa calou-se e observou por muito tempo o príncipe: - Por favor... cativa-me! – disse ela. - Eu até gostaria – disse o principezinho –, mas não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer. - A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me! – Que é preciso fazer? – perguntou o pequeno príncipe. – É preciso ser paciente – respondeu a raposa. – Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás um pouco mais perto... No dia seguinte o príncipe voltou. - Teria sido melhor se voltasses à mesma hora – disse a raposa. – Se tu vens, por exemplo, às quatros da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz! Quanto mais a hora for chegando, mas eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar meu coração... É preciso que haja um ritual. – Que é um “ritual”? – perguntou o principezinho. – É uma coisa muita esquecida também – disse a raposa. – É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, adotam um ritual. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira é então o dia maravilhoso! Vou passear até à vinha. Se os caçadores dançassem em qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu nunca teria férias! Assim o pequeno príncipe cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse: - Ah! Eu vou chorar. - A culpa é tua – disse o principezinho. – Eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse... - Quis – disse a raposa. - Mas tua vais chorar! – disse ele. - Vou – disse a raposa. - Então, não terás ganho nada! - Terei, sim – disse a raposa – por causa da cor do trigo. Depois ela acrescentou: - Se tu vens, por exemplo, às quatros da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz! (Trecho do livro O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry

CrÔNICA DO AMOR...PERFEITA!!!

Crônica do Amor Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta. O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco. Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então? Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome. Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo. Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara? Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor. É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível. Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor? Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados. Não funciona assim. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó! Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa. (Arnaldo Jabor).

terça-feira, 19 de outubro de 2010

ARTEZANATO OU ARTE?

Levei um tempo para diferenciar ARTEZANATO de ARTE;foi somente quando fazia o magistério que vim de fato compreender melhor.Artesanato é o que se pode fabricar em série,enquanto a OBRA DE ARTE é uma peça única jamais repetida pelo artista.Daí,os grandes colecionadores que até pagam a ladrões ",profissionais"para ter uma Obra de Arte em seu acervo particular.Compreendi também,que o artista faz a obra por inspiração,como um instrumento de algo maior e portanto jamais repete o que esculpiu ou pintou...No entanto,é possível para uma pessoa hábil,copiar uma obra de maneira quase igual a original,a ponto de confundir os mais entendidos no assunto como por várias vezes aconteceu na história da Arte.
Então,saúdo o Artistas e os Artesãos(ãs);A Leonardo da Vinci com sua MONALISA tão permeada de mistérios á Mestre Vitalino com seus bonecos de Caruaru para o mundo.Porém,nesse aprendizado em diferenciar artezanato de Arte,algo me levou a uma reflexão imensamente profunda,a respeito de nois mesmos como OBRAS de ARTE do nosso criador.Deus nunca se repetiu uma obra,nem mesmo nos gêmeos homozigotos,pois se diferenciam nos hábitos, personalidade e carater e alguma pinta no corpo,ou marca que difere um do outro.Cada um de nós traz em si a marca única,singular desse Artista (in)copiável.Nem mesmo os cientistas mais ousados,conseguiram obter sucesso com a clonagem porque as células tinham vontade própria e a ovelha Dolly morreu de" velhice ainda criança".
E Se parássemos pra refletir r sobre a nossa importância nesse mundo?como OBRAS de ARTE?E se penssásemos que o OUTRO também é OBRA de ARTE?E se déssemos mais valor as nossas vidas e respeitássemos o nosso corpo sem agredi-lo com qualquer tipo de coisas que danifiquem sua estrutura física ou mental?Quantas agressões já causamos a esta obra de arte que somos nois mesmos e que Deus fez com tanto capricho e que nunca mais existirá outra igual!!!
Penso na beleza de ser de cada um,pessoas,cada uma com seu jeito,gestos,palavras,atitudes e que nos encantam sobre maneira que marcam nossas vidas para sempre.A música que me vem a mente é a de Gonzaguinha:O que é o que é?è a vida,é bonita é é bonita sim.E o valor de cada um de nois é imenso ,é intenso pelas emoções que todos os dias experimentamos,mesmo sendo oscilantes,já que a filosofia atesta que a tristeza existe para que a alegria a dissipe e consequentemente todas as emoções e sentimentos ambíguos de chegada e partida,intriga e perdão,saudade e reencontro,ódio e amor...
Já dizia Gandhi ,que : A ARTE DE VIVER CONSISTE EM FAZER DA PRÓPRIA VIDA UMA OBRA DE ARTE.
OBS :O tapete acima foi feito por mim,é de barbante na técnica do croché e é arteZanato.